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Os mais famosos compositores da linha do tempo

Efeito Mozart, O

Última modificação : Segunda, 26 Janeiro 2015 16:33


 


A música clássica, com o passar do tempo, apresentou novos benefícios além do bem estar e prazer proporcionado aos ouvintes. Utilizada muitas vezes para fins terapêuticos por atuar na mente, esse tipo de música realinha as células e traz harmonia ao corpo humano. Ao longo dos anos algumas pesquisas foram divulgadas expondo os testes e as experiências daqueles que se submeteram aos estudos.


Uma pesquisa israelense feita pela Universidade de Tel Aviv mostra que bebês prematuros expostos a pelo menos 30 minutos de música clássica diariamente crescem e se recuperam mais rápido porque ficam calmos e não se estressam. A explicação científica é de que o ritmo, melodia e alta frequência da música de, por exemplo, Mozart mexem com o cérebro da criança, reorganizando o córtex. O estudo foi patrocinado pela instituição americana Newborn Individualized Developmental Care and Assessment Program.


 

Cirurgiões de Oxford, Reino Unido, observaram que ouvir música clássica ajuda no desenrolar das cirurgias plásticas. O estudo propôs que 96 pacientes acordados se submetessem, aleatoriamente, a cirurgias com e sem música. Os beneficiados, que ouviram Beethoven, Vivaldi e Bach, apresentaram níveis de ansiedade baixos além de lidar melhor com a dor.

Ouça "Sonata para dois pianos, em Ré Maior, K. 448, 3º Movimento": http://bit.ly/NMz3wU

 

 

Pesquisadores do Instituto Nacional de Agricultura Biotecnológia da Coréia do Sul deixaram uma plantação de arroz exposta ao som de músicas clássicas enquanto monitoravam a atividade genética. O resultado foi interessante: a melodia provocou reação em dois genes que demonstraram reação à luz, rbcS e Ald. Com base nesse estudo acredita-se que a música clássica pode impulsionar o crescimento das plantas.

Ouça "Concerto para violino nº 4, em Ré Maior K. 218, 3º Movimento": http://bit.ly/OScqUg

 

 

O primeiro indício do “Efeito Mozart” surgiu em 1989 quando Gordon Shaw, um neurobiólogo americano, simulou com sons a atividade cerebral em um computador. Ao perceber que o resultado remetia à musica barroca, resolveu fazer testes em ouvintes para avaliar a atividade de um cérebro humano exposto às obras de Mozart. Mapeando as áreas do cérebro que são atingidas pela música, o neurobiólogo observou que não só o córtex auditivo reagiu. Houve resposta de outras partes do cérebro que manipulavam a emoção, a coordenação motora e o pensamento. Hoje, os especialistas afirmam que se as crianças forem estimuladas a ouvir música clássica bem cedo, quando ainda estão desenvolvendo sua rede neural, o resultado positivo pode durar para toda a vida. 

A composição usada como carro-chefe das pesquisas é a Sonata para dois pianos, em Ré Maior, K. 448. O que você sente ao ouvi-la? http://bit.ly/RYQID8


Saiba tudo sobre o Efeito Mozart: http://bit.ly/STJIFc