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Os mais famosos compositores da linha do tempo

Sinfonias de Mozart, As

Última modificação : Quarta, 26 Junho 2019 14:43


 

 

Mozart deixou um legado belíssimo para os amantes da música clássica. Aos 4 anos, compôs sua primeira obra. Aos 9 anos escreveu a primeira sinfonia por um motivo prosaico: como estava doente, seu pai, Leopold, o proibiu de tocar cravo. Entediado, usou o tempo livre para compor a obra. Aos 12 anos já havia composto algumas óperas e aos 16 contava com 135 obras em todos os gêneros. Entre 1769 e 1773 viajou por toda a Itália, e algumas de suas óperas foram representadas em Milão. Voltou em 1773 à Áustria, e em Viena esteve sob a influência de Joseph Haydn, a quem dedicou, mais tarde, seis quartetos. Selecionamos quatro delas para compartilhar com você.


Confira a Sinfonia nº 31 em Ré Maior, K.297/300a - “Paris” – https://youtu.be/3uj8P9G3OAU



Sinfonia No. 36 em Dó Maior, K.425 - "Linz"

Em novembro de 1783 Mozart finalizou a composição da “Sinfonia Linz”, que teve sua estreia realizada no dia seguinte. A Sinfonia nº 36, K.425, conhecida como “Sinfonia Linz” é, entre tantas evidências, mais uma comprovação do talento e genialidade de Mozart. Conta-se que o compositor estava hospedado na casa do conde Thun, na cidade de Linz. Profundamente comovido com o carinho e a hospitalidade do conde, Mozart retribuiu a gentileza, aceitando apresentar-se em público. Percebendo que não trouxera consigo nenhuma sinfonia, resolveu compor uma às pressas para o concerto - que se realizaria quatro dias depois. A estreia da “Sinfonia Linz” aconteceu na cidade austríaca de Linz, no dia 4 de novembro de 1783.

 

Confira o 1º movimento: http://bit.ly/ZDbxGM


 

Sinfonia nº 39 em Si bemol Maior – K.543

 

A Sinfonia nº 39, K.543, é uma das últimas sinfonias de Mozart. Ele finalizou essa composição em 26 de junho de 1788, em apenas 6 semanas, juntamente com as sinfonias de nº 40 e 41. As três sinfonias são, talvez pela quase simultaneidade da sua criação, tidas como uma trilogia – mas a verdade é que são distintas entre si. Não tão famosa como a 40 e 41, a sinfonia nº 39 tem sido apontada como reveladora do ideal espiritual de Mozart, não tão enérgica e impetuosa como a nº 40, não tão apoteótica como a nº 41. Continue lendo

 

 

 

Sinfonia No. 40 em sol menor, K.550

 

A Sinfonia nº 40 em sol menor, K. 550 – também conhecida por “Grande Sinfonia em sol menor” -, de Mozart, foi composta em 1788 em meio a um período bastante produtivo. Os registros da época não trazem qualquer evidência de que sua estreia ocorreu durante a vida de Mozart. Conta-se que o compositor revisou a sinfonia e fez alterações. Isso volta a deixar pistas de que realmente houve uma estreia, já que Mozart dificilmente teria se dado ao trabalho de adicionar clarinetes e reescrever as flautas e oboés para acompanhá-los se não tivesse uma apresentação específica em mente. Continue lendo

 

 


Sinfonia No. 41 em Dó Maior, K.551 - "Júpiter"

A Sinfonia nº 41, K.551, Júpiter, foi a última das 41 sinfonias compostas por Mozart. Conta-se que o apelido “Júpiter” foi dado por Johann Peter Salomon, empresário alemão, fazendo referência ao nome do deus supremo da mitologia romana. Nesta magnífica obra, Mozart revela a cada momento e, sobretudo no final, todos os recursos da sua ciência e todo o seu poder que culminam em uma fuga elaborada sobre os cinco motivos do último movimento. Continue lendo


 

 

 

"Para fazer uma obra de arte não basta ter talento, não basta ter força, é preciso também viver um grande amor!"

Wolfgang Amadeus Mozart