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Os mais famosos compositores da linha do tempo

Richard Strauss e “A mulher silenciosa"

Última modificação : Sexta, 13 Maio 2016 15:29


 


Durante um dos períodos mais difíceis da história da Alemanha - o Nazismo - Strauss teve como um de seus parceiros o libretista judeu Stefan Zweig. Antes de estrear a ópera A mulher silenciosa”, em 1935, Joseph Goebbels (ministro da propaganda) ordenou que o nome do libretista fosse riscado do programa e do cartaz diante do teatro.

 

Muito nervoso, Strauss ameaçou cancelar a estreia esperada por espectadores de todos os lugares da Europa. O prestígio internacional do compositor era tanto que o governo cedeu. Goebbels permitiu a estreia da ópera, mas, pouco depois, a retirou de cartaz. Zweig continuou a colaborar com o compositor, mas às escondidas. A partir desde momento, Strauss comprou briga com o governo Nazista e foi demitido do cargo que ocupava no Ministério da Música, além de proibido de reger, por um longo tempo, na Alemanha e na Áustria.


Durante um dos períodos mais difíceis da história da Alemanha - o Nazismo - Strauss teve como um de seus parceiros o libretista judeu Stefan Zweig. Antes de estrear a ópera A mulher silenciosa”, em 1935, Joseph Goebbels (ministro da propaganda) ordenou que o nome do libretista fosse riscado do programa e do cartaz diante do teatro.

 

Muito nervoso, Strauss ameaçou cancelar a estreia esperada por espectadores de todos os lugares da Europa. O prestígio internacional do compositor era tanto que o governo cedeu. Goebbels permitiu a estreia da ópera, mas, pouco depois, a retirou de cartaz. Zweig continuou a colaborar com o compositor, mas às escondidas. A partir desde momento, Strauss comprou briga com o governo Nazista e foi demitido do cargo que ocupava no Ministério da Música, além de proibido de reger, por um longo tempo, na Alemanha e na Áustria.



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