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Fuga dupla, tripla e quádrupla

Última modificação : Quarta, 13 Novembro 2013 17:27


 

Uma fuga dupla tem dois sujeitos que muitas vezes são desenvolvidos simultaneamente. Algumas vezes o segundo sujeito é apresentado como o contra sujeito do primeiro enquanto que em outras ocasiões tem sua própria exposição. Neste último caso, a obra tem a seguinte estrutura: fuga com o sujeito A; fuga com o sujeito B; combinação dos sujeitos A e B. Em alguns poucos casos. Em uns poucos casos, o segundo (terceiro etc.) sujeitos podem ter suas apresentações entrelaçadas no desenvolvimento (ver a Fuga em Dó menor do Livro I do Cravo Bem Temperado de Bach, uma fuga tripla). Exemplos de fugas duplas podem ser encontrados em Fuga em Lá maior do Livro I do Cravo Bem Temperado e Fuga em Sol sustenido menor do Livro II do Cravo Bem Temperado. A fuga que acompanha a bem conhecida Tocata em Ré menor de Bach é uma fuga dupla.

 

Embora fugas triplas não sejam raras, por exemplo, Fuga em Dó sustenido menor do Livro I do Cravo Bem Temperado e Fuga em Fá sustenido menor do Livro II do Cravo Bem Temperado, fugas quádruplas são raras. As páginas que chegaram até nós do Contrapunctus XIV de A Arte da Fuga de Bach registram uma fuga tripla que, sem dúvida, fora concebida como quádrupla. Outros exemplos de fugas quádruplas são: fuga IV (a quattro soggetti) da Fantasia Contrappuntistica de Ferruccio Busoni' e a fuga quádrupla de Opus Clavicembalisticum de Kaikhosru Shapurji Sorabji.




 

Fonte: Wikipedia.org