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Entenda Música | Música aumenta inteligência? (Parte 1)

Última modificação : Terça, 11 Junho 2019 16:03


 

 

Por Zoltan Paulinyi 

 

 

>>> Assista ao vídeo completo com exemplo musical <<<


 

Como professor, minha intenção é ajudar meus alunos a se tornarem realmente bons. Posso testemunhar que a música é um dos melhores e mais eficientes meios para o aprimoramento pessoal em todas as áreas, inclusive na inteligência de um modo geral.

 

Hoje o tema é mais complexo: música realmente aumenta inteligência?

 

Minha resposta curta: depende da música! De fato, o médico Dr Tsunoda verificou que a educação do aparelho fonador determina, em grande parte, a mentalidade do homem. É fato comprovado a existência de janelas de oportunidades.

 

Dr. Minh Dung Nghiem, em seu livro "Música, inteligência e personalidade" traduzido por Felipe Lesage, Vide Editorial 2018, explica o funcionamento dos 2 lados do cérebro. O hemisfério direito é predominantemente analógico: processa contornos, formas, imagens, sonhos, afetos, emoções, com tendência a ser mais inconsciente. O hemisfério esquerdo é predominantemente analítico: processa raciocínio, conceptualização, gestos calculados, precisos, técnicos, conscientes.

 

O objetivo da educação europeia tradicional é coordenar as atividades de ambos os hemisférios, para dominar o corpo, as emoções, a vontade. O desequilíbrio provocado pela música ordinária faz predominar o hemisfério cerebral direito: altera a lateralização cerebral aumentando estatisticamente casos de diversas doenças como dislexia e distúrbios de leitura e de coordenação motora, gagueira, amnésia pós-crítica semelhante a epilepsia, desvios de comportamento, regressão de inteligência. Pela extensão dessa listagem e pelo número de pessoas atingidas, percebemos que se trata de uma questão de saúde pública!


Dr. Mouret, em seu livro “Musique et santé” (1985) resume os benefícios da boa música clássica em algumas categorias:

 

1) a predominantemente melódica desenvolve a sensibilidade das crianças, no sentido europeu.

 

2) a predominantemente harmônica estimula o despertamento, a vida intelectual e o desenvolvimento do QI.

 

3) a predominantemente rítmica ativa vida sensorial, aumenta tônus muscular e revigora o corpo.

 

Nestas 3 aulas, exemplificarei cada item apontado por Dr Mouret. Para o primeiro item, temos uma ária de André Ernest Modeste Grétry (1742-1813), compositor francês do século XVIII, apontado como estilo de referência por Dr Mouret.

 

 

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Zoltan Paulinyi

http://aulas.Paulinyi.com

(Dr Mus Univ Évora)

 

 

 

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